Mary Esses sentada em um sofá

Escuta · presença · transformação

Toda história tem muitas camadas.

A escuta navega e transita por todas elas.

Atendimento presencial em Pinheiros, São Paulo, e online, para adultos e adolescentes, em Português e Inglês.

Conversar com a Mary

Às vezes parece que nem existe uma palavra para o que sentimos.

A psicanálise aqui acontece junto.

É uma investigação construída a dois, em que novas formas de compreender uma experiência surge aos poucos.

E assim, novas formas de seguir adiante podem se apresentar.

A escuta

E para isso é preciso uma escuta que vá além do que foi dito.

O que se repete.

O que aparece no corpo.

O que é dito e aquilo que ainda não consegue ser dito.

O que parece não fazer sentido, mas continua voltando.

Aquilo que aparece hoje, carrega um vínculo entre ideias, memórias e emoções que nem percebemos.

Na análise, isso pode ser percebido e elaborado.

Mary Esses, psicanalista

Mary Esses

Antes da psicanálise, aprender a olhar.

O encontro com a psicanálise começou aos 18 anos.

Ao longo da vida, diferentes encontros com diferentes analistas mostraram como uma mesma história pode revelar sentidos distintos quando olhada em momentos diferentes.

A construção dessa escuta começou muito antes da prática clínica.

Durante 25 anos, o trabalho como joalheira exigiu ouvir além dos desejos e preocupações de cada cliente, transformar ideias em formas e compreender que nenhuma peça existe apenas por uma de suas partes.

Foram também 20 anos vivendo em Nova York, atravessando mudanças de país, língua e círculos de convivência — experiências de adaptação, perdas, novos vínculos e reconstruções.

Experiências que hoje se somam à formação clínica e fazem parte da maneira de estar diante de outra pessoa para escutar.

Uma formação que organizou um olhar que já existia.

Formação em Psicanálise pelo Centro de Estudos Psicanalíticos — CEP, graduação em Psicologia em andamento e estudos especialmente orientados pelas obras de Sigmund Freud, Melanie Klein e Wilfred Bion.

Participação em grupos de estudos de Bion e supervisão clínica regular.

Uma prática que parte de uma ideia simples, mas fundamental:

não olhar apenas para o comportamento, mas procurar compreender aquilo que o produz.